segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Um, dois, três, macaquinho da transilvânia.

Saudações a todos seres vivos e mortos...

Mortos porquê? Pelos vistos também andam aí. Seus malucos.
Pela primeira vez encontrei uma imitação pior que mala Louis Vuitton da Dona Graciete que esteve esta quinta na Feira de Carcavelos... É que de Louis Vuitton para Louis Puitton só muda uma letra. Agora de Crepúsculo (ainda traduzo) para Destino Imortal e Lua Vermelha, oh meus amigos. Como diria Diácono Remédios "mas havia necessidade?". Que o povo português é já por si uma "Maria vai com as outras", eu já sabia. Mas para além disso é rasca. Isso não. No Crepúsculo da Sic, a protagonista para além de ser a cara chapada da americana chama-se Isabel. Acrescentem-lhe um 'a' no fim. Era igual. Ou quase. Pelo menos a nossa actriz tem expressão facial, a outra parece que veio directamente da morgue para fazer o filme.

Mais. As nossas versões para além de serem fracas imitações têm efeitos especiais comprados no chinês. Para além de ser um perigo, é quase um remake de um filme de acção dos anos 70. É tudo à base de fios de nylon que quase se vêem e fico-me por aqui. Outra. Podia-se fazer apenas uma cópia, mas não. Para confirmar que a depressão era para ficar fizeram-se duas.

Eu tenho um plano para acabar com isto, ainda só vou na teoria. Juntava-se primeiro todas as senhoras do mercado do Bolhão que vendessem alho. Todinhas. Para ajudar até levava o meu avô, que tem também produção de alho. Depois todos os carpinteiros do país produziam estacas pontiagudas de madeira. Uma por senhora do mercado. E para o meu avô também, já agora. Tudo o que era material de prata das ourivesarias juntar num saco. Dar uso aos crucifixos da minha faculdade. Por fim, fazermos uma forcinha para Portugal ter 24 horas de sol. Juntando isto tudo eles faleciam, iam às vidas deles, o meu avô voltava para casa e víamos o futebol como as pessoas normais ao Domingo. Mas isto sou eu.

Eu só queria programas de televisão normais. Um horário nobre que tivesse coisas que enriquecessem. E não Malato, deixa-nos pelo menos o Domingo.

I'll Be Back.

2 Palmadinhas:

JA disse...

Em primeiro lugar, vi o blog no teu facebook e decidi visitar. Devo dizer que gostei do que li.

Em relação às imitações, realmente, Portugal é um país um bocado deprimente. Como não fazemos nada de jeito, temos de imitar os outros, o problema é que nem a imitar somos bons... mas que raio!

Rachelet disse...

Podia ser pior: podiam ter posto o Malato como Edward (ou Afonso, que pelos vistos é o equivalente português).

 
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